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Brasil lança o primeiro ETF Solana do mundo: os EUA são os próximos?

O histórico ETF Solana do Brasil aguarda agora a aprovação final da Bolsa de Valores B3.

  • Editado: Nov 26, 2024 at 10:43

Em um movimento histórico, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) do Brasil aprovou o primeiro Solana Exchange-Traded Fund (ETF) do mundo, posicionando o país como líder em investimentos regulamentados em ativos criptográficos.

Este desenvolvimento vem logo após o primeiro Solana Exchange-Traded Product (ETP) arquivamento no Canadá por 3iq apenas dois meses atrás e arquivamentos subsequentes para ETFs Solana nos EUA por 21Shares e VanEck no mês passado .

O ETF do Brasil, uma colaboração entre a gestora de ativos QR Asset e a administradora de fundos Vortx, está atualmente em fase pré-operacional, aguardando aprovação final da bolsa de valores brasileira B3. O ETF acompanhará a taxa de referência do dólar CME CF Solana, um benchmark estabelecido pela CF Benchmarks e pela Chicago Mercantile Exchange (CME).

Solana's Ascent: Um pioneiro na adoção institucional

Esta aprovação regulatória ressalta o crescente apelo de Solana entre os investidores institucionais. A criptomoeda superou o desempenho do Bitcoin e do Ethereum ao longo de 2024, solidificando ainda mais seu status como um ativo promissor. Theodoro Fleury, gerente e diretor de investimentos da QR Asset, destacou o papel pioneiro da empresa neste espaço, enfatizando o compromisso do Brasil em oferecer oportunidades de investimento diversificadas em ativos criptográficos regulamentados.

Uma mudança regulatória: O caminho para os ETFs Solana

Anteriormente, o ceticismo cercava a probabilidade de aprovações de ETFs Solana, principalmente devido à ausência de ETFs de futuros Solana nos EUA. 1 Os especialistas financeiros acreditavam tradicionalmente que o caminho regulamentar para um ETF à vista exigia um mercado de ETF de futuros correspondente maduro. No entanto, o pesquisador VanEck Mathew Sigel desafiou essa noção, sugerindo que os ETFs Solana podem não ser uma realidade tão distante quanto alguns supunham.

Embora a Blackrock não tenha indicado planos imediatos para solicitar um ETF Solana, essa postura pode mudar à medida que o cenário regulatório evolui. Notavelmente, a recente proposta da SEC de retirar sua classificação de Solana (SOL) como um título no caso Binance, junto com outros ativos digitais como ADA e MATIC, pode estabelecer um precedente para futuras classificações de ativos digitais, potencialmente abrindo caminho para ETFs Solana nos EUA.

Papel pioneiro do Brasil em ETFs de criptografia

O Brasil tem liderado consistentemente a carga nas aprovações de ETF, tendo introduzido os ETFs BTC e ETH dois anos antes de seus equivalentes nos EUA. Ainda não se sabe se essa tendência continuará com Solana, mas a crescente aceitação institucional de Solana é inegável. À medida que o cenário regulatório continua a evoluir, o futuro dos ETFs Solana parece cada vez mais promissor.

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